A partir de 78, Paulo
Martins abandona de vez a arquitetura e dedica-se exclusivamente
ao restaurante, sente a necessidade de continuar criando. E o processo
de criação é o mesmo: imaginação
e muita transpiração.
Começa a estudar e a pesquisar os nossos sabores. Deu destaque
ao jambu, que era usado somente com o acompanhamento inseparável
do tucupi, passou a usá-lo como um alimento e não
só como acompanhamento.
É um dos principais divulgadores da cozinha paraense, a mais
brasileira de todas. Seus elementos básicos são todos
originários da cultura indígena. Este é um
dos motivos do sucesso do ‘Ver-o-peso da Cozinha Paraense’,
um festival gastronômico anual, que ajudou a criar em 1999.
Aula: Ingredientes
e receitas da Amazônia
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